quarta-feira, 27 de julho de 2011

Hortas Comunitárias



Com cada vez menos espaço nas grandes cidades, o céu é o limite para a construção de prédios residenciais e comerciais que precisam abrigar tanta gente no menor ambiente possível. Arranha- céus cada vez mais altos tentam dar conta do recado. Partindo dessa “perspectiva vertical”, arquitetos, urbanistas e designers têm partido da mesma lógica para repensar os espaços verdes, a fim de integrá-los às metrópoles. Uma forma de trazer para perto dos moradores jardins, hortas e até fazendas. Um grupo de arquitetas espanholas, por exemplo, desenvolveu o Spiral Garden, um espaço público verde em que as pessoas podem plantar e colher de forma comunitária, permitindo maior proximidade com os alimentos e com a comunidade. A ser instalado no meio da cidade, segue a tendência de fazendas verticais, de levar a roça para as estruturas urbanas.

Entenda mais sobre as fazendas verticais: http://ciencia.hsw.uol.com.br/fazendas-verticais1.htm 

wpatch.org (EUA) landshare.net (Inglaterra) são dois saites que reúnem pessoas que buscam por lugares para plantar com aquelas que possuem espaço para oferecer. Falta criar um desses no Brasil, não?

No Brooklyn (EUA), encontraram uma forma eficaz de aproximar as pessoas da terra desde cedo. Em uma escola púlica os alunos aprendem a cuidar de uma pequena horta comunitária. Seguindo a tendência de fazer com que as crianças tenham contato com o alimento e as formas de produzi-lo, a atividade permite a união das crianças, fazendo-as trabalhar juntas numa conexão mais profunda do que o contato na aula, e ainda promove a educação para a saúde. Participando da produção do alimente em todas as suas etapas, as crianças desenvolvem valores  de nutrição, comunidade e relação com a terra.

Fonte: Revista Vida Simples


segunda-feira, 4 de julho de 2011

Repensar espaços públicos



Uma vez por ano, no brooklyin nova-iorquino, a população acorda com gramados verdes, sombra e água fresca, além de artistas, artesãos e áreas de lazer desejando bom dia a toda a comunidae local.  O evento é Wiliamsburg walks, destinado a repensar os espaços públicos, inspirados em eventos que acontecem em cidades do mundo todo, como londres e tóquio. A idéia é simples: bloquear o transito de uma das ruas principais, priorizando os pedestres com pequenos espaços de lazer no meio do asfalto.






Fonte: Revista Vida Simples.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Adubo Químico Orgânico

"Em 405 faixas de águas costeiras é tão grave a falta de oxigênio que nem organismos minúsculos conseguem sobreviver. São as chamadas Zonas Mortas (Dead Zones, em inglês). As piores e mais extensas se concentram no Oceano Atlântico, ao longo da costa Leste dos Estados Unidos e do Canadá; no Golfo do México, na boca do rio Mississipi; no Mar do Norte e no Mar do Japão. A maior parte delas é resultado do excesso de adubos químicos aplicados pelo homem em terras agrícolas e lavados pelas chuvas para os rios e para o mar."


Mas essa overdose tem cura. Como? Com a pura e simples interação entre os seres da natureza! As plantas da família das leguminosas (feijão, lentilha, soja) associam-se a fungos que grudam nas suas raízes, absorvendo o nitrogênio do ar (N2) – indigesto para a planta – e exalando amônia (NH3) – de fácil assimilação. Em troca, a planta libera energia e carbono para os fungos. A associação vantajosa para ambos é conhecida como micorriza.

A natureza, como se vê, é eficiente em criar processos e associações que mantenham o equilíbrio das coisas. O ser humano deve aproveitar a sua inteligência criativa seguindo este exemplo, e aprimorando o que já existe de modo sustentável. E alguns já estão fazendo! Na USP, um grupo de microbiologistas estuda uma forma de outros seres realizarem a mesma função. Veja no blog Biodiversa.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Reduzir

Já imaginou quantas garrafas plásticas de água vão parar diariamento no lixo de um restaurante? E de milhares deles? Porque não simplesmente trocar a garrafinha pela jarra!"Nós não bebemos água de filtro fora de casa, o que não faz o menor sentido se levarmos em conta que nossa água é de excelente qualidade e que a usamos constantemente na preparação de comida, para fazer sucos, gelo, etc", diz Letycia Janot, uma das idealizadoras da iniciativa.  como estão economizando em plástico,Para aderir ao projeto, o estabelecimento deve usar um ponto de água tratada, instalar um purificador certificado pelo Inmetro e se comprometer a só utilizar garrafas se o cliente não quiser beber água na jarra. Os adeptos anotam a quantidade de jarras de água vendidas por um dia (uma jarra equivale a uma garrafinha) para mostrar o quanto uma iniciativa simples pode tranformar o ciclo dos materiais, economizando milhares em plástico.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Admirável Mundo Atual 3 por Cristóvam Buarque

BENS COMUNS

uma das características da primeira fase da modernidade-técnica foi o acesso das massas aos bens característicos da aristrocacia; com a apartação, surge novamente uma segregação do consumo. Gradualmente os bens de consumo vão se separando entre os bens dos incluídos e os bens dos excluídos. A água, que sempre foi um bem comum, passou a separar-se entre água contaminada e água engarrafada o transporte separou-se entre o automóvel privado e o ônibus coletivo; até mesmo o ar ficou partido, pois se separou o ar condicionado dos shoppings centers e dos carros do quase irrespirável ar dos centros das cidades entregues aos pobres.

AR PARTADO

Um habitante do primeiro mundo internacional dos ricos pode viver e viajar sem respirar o ar natural do mundo dos pobres e sempre na mesma temperatura, qualquer que seja a latitude geográfica e a estação do ano. Os ricos conseguem ir e vir levando o próprio ar protegido e isolado no ambiente fechado desde sua casa, através de carro ou avião, até o seu destino: o shopping center, o aeroporto, o escritório, o consultório médico, o cinema. E essa não é a única utilização do ar condicionado. Na sociedade com apartação, o ar partado dos carros serve menos para refrescar o calor, do que para proteger os passageiros e separá-los dos habitantes da rua por onde o veículo passa. 

ÁGUA ENGARRAFADA

Em vez de oferecer água limpa a todos os habitantes, o sistema de apartação preferiu resolver o problema dos incluídos, deixando os excluídos abandonados à água contaminada. Os ricos resolveram o problema da água contaminada mediante a implantação de um caríssimo sistema de produção e transporte de água engarrafada, distribuída ao longo de todo o território nacional apenas para os que podem comprá-la. Com o argumento da escassez de recursos, não são construídos sistemas de saneamento, mas não faltam recursos para a industrialização e o transporte de água engarrafada. Graças à globalização, os incluídos da modernidade podem importar  água produzida e engarrafada a milhares de quilômetros de distância. Estima-se que no Brasil os ricos e as classes médias gastam R$ 9 bilhões por ano com a compra de água potável, em poucos anos, enquanto com muito menos seria possível assegurar água potável e saneamento em todas as casas do país. A absurda lógica de gastar recursos vultuosos no transporte de água engarrafada, no lugar de investimentos em sistemas públicos de água potável, é um dos mais fortes exemplos de uma sociedade perversa eticamente e burra tecnicamente por não levar em conta o custo da omissão.


Leia os anteriores da série aqui:
 http://usinavirtualunb.blogspot.com/2011/02/admiravel-mundo-atual-2-por-cristovam.html

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Angico Preto - Série Sementes do Cerrado



Nome científico: Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan. Mais conhecido como: acácia-angico, acácia-virgem, angico, angico-bravo, angico-castanho, angico-de-casca, angico-do-campo, angico-fava, angico-preto, angico-rajado, arapiraca, cambuí, cambuí-ferro, corupa, guarapiracaí, paricá. Esta planta nativa da América Tropical e principalmente do Brasil, tem diversas propriedades medicinais. Bela, mas perigosa. As folhas e sementes são tóxicas. Clique na imagem abaixo para saber mais:



 
Atenção: As informações postadas nesta série são a título de curiosidade. Não incentivamos o uso de plantas medicinais sem o acompanhamento médico.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Pomar Urbano e Jardim Comunitário

 Em Londres, durante um festival de arquitetura, um grupo de pessoas criou a União das Ruas (The Union Street), e juntos construíram um pomar urbano e um jardim comunitário usando materiais inusitados. Confira: